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quarta-feira, 23 de maio de 2018

138.

E depois do post anterior, em que me sentia tão apaixonada, tão crente no Amor, eis que este é para dizer que deste lado já não há relação. Pela segunda vez, estamos a terminar a nossa relação... e se da primeira vez o pensamento foi que toda a gente merece uma segunda oportunidade e nós merecíamos uma segunda oportunidade para nós e para o filho que estávamos à espera, desta vez não há volta a dar.

Não acabou o Amor. Amo aquela criatura mais do que seria suposto, mais do que consigo até pôr em palavras, mas não dá mais... a distância permite coisas para as quais eu não estou preparada (principalmente psicologicamente), e o que hoje me está a fazer a sofrer, um dia vai fazer-me ver que foi melhor assim.

Não termina o Amor, como não termina o respeito, o carinho, a vontade e o desejo de o saber feliz... mas não vai ser comigo, não vai ser ao meu lado. Porque, e posso parecer egoista, eu mereço mais do que aquilo que estava a viver e a sentir ao longo do último ano.


E agora vêm as más linguas dizer: olha-me pra esta aqui a expor a sua separação, parece parva. Pois pareço... mas se há uns meses contei sobre a luta que enfrentámos para estarmos juntos, parece-me coerente que agora também falasse sobre o fim.

quinta-feira, 17 de maio de 2018

137.

Pequenas considerações sobre o último fim de semana...

Consegui, com algumas trocas e baldrocas, ter uns diazitos de folgas (ok, foram só 3 dias, na prática), e que fez a minha pessoa? Pirou-se para Norte.
As saudades de sua Excelência já eram muitas e em podendo, claro que tinha que aproveitar os dias de folga dele - que calham sempre à segunda e terça). Então no sábado saí do trabalho às 8 da manhã, fui fazer umas festinhas à almofada durante umas horinhas e a seguir ao almoço segui viagem e voltei para baixo na quarta feira de manhã para me apresentar ao trabalho novamente às 16 horas.

Pela primeira vez desde que fiz destas viagens uma rotina, decidi fazer a viagem pela estrada nacional. Como o rapaz só ia sair à meia noite do trabalho, eu não tinha propriamente pressa de chegar, e ainda se poupa nas portagens, não é verdade? (Sabiam que se paga 22.05€ nas viagens Lisboa-Porto e vice-versa? GOD.. que absurdo).

Ali entre Alcochete e o Porto Alto as paisagens e o fresquinho que se fazia sentir apesar do sol abrasador, valeram a ideia. (Eu não sei se algum de vocês já passou ali no Porto Alto, mas eu juro que eu vi uma SENHORA CASA logo à entrada da cidade... minha nossa... transportaram aquela casa de um filme qualquer e levaram para ali... Senhores donos da casinha, se me estiverem a ler, gostava de ver essa beldade por dentro xD)

E por que raio a estrada nacional tem um número tão elevado de rotundas? Uma pessoa já olhava para o GPS de cada vez que passava uma rotunda para saber a quantos km ficava a próxima lol

E um pequeno apontamento para aquele troço de sensivelmente 50km antes de chegar a Rio Maior: ALGUÉM SE IMPORTA DE ARRANJAR AQUELA MERDA, PELO AMOR DE DEUS? Que pedaço de estrada tão vergonhoso, e tão perigoso também. Senhores que resolvem essas obras pelas estradas de Portugal fora, esse pedaço do IC2 precisa URGENTEMENTE de uma intervenção.

Na véspera do dia de Nossa Senhora de Fátima, muitos peregrinos na estrada, e muito maluquinho condutor que tem consideração zero por aqueles que, ao sabor da sorte, caminham pelas bermas das estradas.

Domingo tínhamos combinado de ir ao Jardim Zoológico de Santo Inácio. Nunca nenhum de lá foi e queríamos aproveitar o bom tempo. O cansaço tomou conta de nós e ficámos a manhã toda na cama a aproveitar o merecido descanso e as saudades :p acabámos por ir almoçar ao "novo" Food Corner, em pleno centro do Porto e depois fomos aproveitar o solzão pelos Aliados, onde ainda havia vestigios da festinha dos meninos de azul. 

Os restantes dias foram mesmo para descansar e aproveitar o sol. Foi tão bom para matar saudades... E agora, mais um mês de distância. Siga... Que em Julho estamos de férias.

quarta-feira, 25 de abril de 2018

132.

Ando ausente, eu sei... A verdade é que a vontade de escrever, de ter um blog, como tinha há 7 ou 8 anos atrás  não é a mesma. 
Falta-me inspiração, falta-me algo que realmente me apeteça partilhar com o mundo.

Mas hoje, e estando eu a atravessar um fase bastante complicada (sim, para quem segue estes meus últimos posts sabe que isto deste lado não anda fácil, mas particularmente as últimas semanas foram péssimas), recebi um sinal "divino" de que a vida também consegue ser um pouco mais simpática às vezes, só para não ser sempre tudo mau.

Quem me segue de há muitos anos atrás, de blog em blog, desde os primórdios do "Meia dose e pouco mais" passando ao tão saudoso (para mim, que me trouxe tanta coisa boa) "(não)sou o que fazem de mim", sabe que passaram pela minha vida, através do blog, pessoas muito especiais, pessoas que realmente amei e acarinhei como se fizessem parte do "mundo real", aquele mundo que tocamos, vemos, sentimos, cheiramos (algumas dessas pessoas, efectivamente saltaram a barreira virtual e vieram dar-me um abraço). 

Uma dessas pessoas que tanto estimei, um dia saiu da minha vida. Tenho uma vaga ideia de ter sido por um mal entendido, não consigo - por mais que tente - lembrar-me exactamente do motivo que levou a que tal pessoa chegasse a odiar-me, chegasse a guardar um rancor tal que me feriu com palavras mais do que o poderia ter feito com uma faca afiada. E por não me lembrar, e por também, às tantas, não ter tido como remediar a situação, conformei-me. Seguimos caminhos diferentes!

No dia em que recriei este blog, no inicio deste ano, 6 anos depois desse fim, procurei pelos blogs que conhecia, pelos blogs que nos eram comuns na altura, por algum vestigio da sua ainda existência. Desisti, quando me fui apercebendo que muitos dos blogs que seguia há 6 anos atrás, seguiram o mesmo caminho que eu e desligaram a blogosfera. Era impossivel encontrar alguém que não sabia nem onde nem como procurar. E reparem: eu já não queria remediar nada. Tantos anos depois, é impossivel que alguma coisa houvesse ainda para ser remediada. Eu queria apenas saber que está tudo bem com uma pessoa que nunca odiei e que nunca fiz por afastar da minha vida.

Porquê recordar isto agora? Porque um mero acaso trouxe essa pessoa de volta à minha órbita. Porque por um mero acaso precisei redefinir a palavra passe do meu Instagram, cujo email de acesso era um email que não uso e não abro há mais de um ano. E quando abri esse email, num gesto impulsivo, pus-me a marcar email a email os que não me interessava abrir e poderiam ser jogados no lixo.
Até que estagnei naquele nome, e mil e uma coisas revolveram as minhas ideias, e fiquei confusa... Porque estaria ali aquele nome? Teria sido algum email que eu tinha enviado? Seria algum rascunho de um email que ficou por enviar. Abri. Era um email que me foi enviado há um ano atrás... no dia 6 de maio de 2017. E só hoje o vi, só hoje o abri, só hoje o li.

E eis senão o meu espanto: "Só e apenas gratidão" era o assunto desse email. "Só e apenas gratidão" por ter sido, em tempos, uma das pessoas que mais incentivou o seguir de um sonho. 

"Este email não muda nada, é só e apenas gratidão"

E para mim não era. Nunca seria só e apenas gratidão... Eu, que jamais esperei uma única palavra. Eu, que jamais esperei que algum dia me pudesse valorizar de qualquer forma que fosse, quanto mais "agradecer-me" por algo que fiz com todo o meu coração sem cobranças. Eu, que tudo o que queria era ter uma pessoa para lá de especial na minha vida, "SÓ E APENAS" com a amizade linda que conseguimos construir, li aquele email e o motivo pelo qual foi enviado, como um sinal de que sim, nada é ou acontece por acaso. E se puder ter esta pessoa de volta na minha vida, vou agarrá-la com unhas e dentes e não vou permitir nunca mais que se perca uma voz que sempre me cantou ao coração. 

Agora é rezar para que, um ano depois, aquele email remetente, ainda possa ser um email destinatário e o testamento que enviei de resposta, chegue, são e salvo a quem de direito.

domingo, 25 de março de 2018

131.

Aiii nossa Senhora... Deixei isto ao abandono! Ok... a culpa não foi propriamente minha mas sim do excesso de trabalho. Lá no serviço estamos com uma escassez gigante de pessoal e consequentemente escassez de folgas.

Lado buéfixe deste post: faltam 15-QUINZE-UmCinco DIAS PARA AS FÉRIAS! E para onde vai a minha pessoa? Para os braços do mais-que-tudo.

domingo, 11 de fevereiro de 2018

129.

11 de Fevereiro de 2018. Para hoje estava previsto o nascer de um sonho. Hoje teria o coração acelerado, a bater por mim e por aquilo que tanto desejei. Hoje chorar seria apenas de alegria, ou fome, ou cólicas, ou fosse o que fosse. Só não seria de tristeza, de revolta, de vazio!
Hoje passou a ser só mais um dia do calendário. E hoje eu ainda choro por isso! 

[30deJulhode2017 💔]

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

128.




O que insistiu, persistiu e nunca desistiu, o que me conquistou, o que eu amo. O que fica a ver TV deixando-me ir dormir sozinha para a cama, o que canta para eu não adormecer ao volante. O que é o oposto de mim e fala pelos cotovelos, o que é igual a mim de feitio tão especial. O que me ama. Esse que é, sem dúvida, o meu principe encantado ... sem cavalo branco mas com dois cães pretos. O Soeiro para os amigos. O meu Dé. Ele faz anos hoje. Parabéns, meu amor. E que, apesar desta distância ridicula que nos separa, possas ter um dia como mereces.


quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

122.

Uma das principais razões para ter estado ausente tanto tempo, foi a falta de inspiração para escrever algo com cabeça, tronco e membros.
2017 foi um ano tão mau que não me lembro de ter havido uma única altura em que eu dissesse "hoje consigo organizar ideias".

Querer falar e enrolar-me toda nas palavras era um mau presságio para tentar escrever: ou iria ser um texto a ocupar 3 posts gigantes, em que chegando ao fim já não se lembravam do inicio, ou seria um post curto todo misturado que vos daria um nó no cerebro equivalente ao meu.

Por partes...

Em Janeiro juntei (oficialmente) os trapinhos... Um rés do chão de um prédio, onde o senhorio era um senhor com pra lá de muitos anos que tinha um "procurador" que não quis resolver um rebentamento da caixa de águas e esgotos do prédio, que resultou numa inundanção de toda a porcaria dos vizinhos na nossa casa. Não tentem imaginar o aspecto, o cheiro, o desconforto.

Em Maio mudámos de casa... Estava "tudo bem", "tudo óptimo" quando comecei a perceber que a pessoa que vivia comigo estava a agir de forma estranha. Um dia, a meio desse mês, estalou a bomba na minha vida. Não vou esmiuçar aqui tudo o que aconteceu, mas foi mau... foi muito mau. No dia 27 de Maio tive o pior aniversário de que me lembro. E no dia 4 de Junho eu era, outra vez, uma pessoa solteira, a viver em casa dos pais.

No dia 10 de Junho, o melhor irmão do mundo abriu-me as portas de casa... Mais uma mudança.

No dia 19 de Junho, muitas noites sem dormir depois, muitos jantares jogados fora depois, 9 da manhã e um teste de gravidez positivo na mão. Misto de emoções... Eu tinha deixado de tomar a pilula em Janeiro, e queríamos um filho... Todos os meses, o momento em que chegava o periodo era de tristeza, de "para o mês que vem tentamos de novo". Eram tão desejados aqueles dois tracinhos cor de rosa, nem vos consigo dizer quanto. Mas a minha vida tinha dado uma volta tão grande. Eu continuava a falar com o meu ex porque havia muita coisa ainda para tratar, da casa, de contas, de tudo. E este teste tão desejado, não estava de todo, nos meus planos neste dia, nesta fase.

Uma conversa com o pai da criança, e um filho não segura casal nenhum, mas a nós segurou-nos, uniu-nos... contra o Mundo, contra TODA a minha familia. Nesse dia à noite, ouvi da boca do meu pai que, se eu considerasse voltar para o pai do meu filho, as portas daquela casa se fechavam. 
E eu, com 28 anos acabados de fazer, achei que na minha vida tenho que mandar eu, e aquela gravidez ia para a frente, com o pai do meu bebé.

Desde esse dia que só tinha o meu filho a crescer dentro de mim, o meu namorado ao meu lado, e o meu irmão a apoiar-nos. Foram os meses mais stressantes, enervantes, revoltantes, angustiantes da minha vida. 

No dia 23 de Julho, uma dor. Uma ida às Urgências, e a primeira ecografia que fizeram à minha barriga foi para me dizer que o coração do nosso bebé tinha deixado de bater. Aos 3 meses o nosso bebé não quis continuar a viver. Disseram-me para aguardar uma semana, até ocorrer uma expulsão natural, o que eles chamam o "aborto espontâneo". E uma semana se passou e nem mais uma dor, nem sinal de perdas sanguineas, e os enjoos que eu tive desde a primeira semana mantinham-se. Como se mantinha viva a esperança de, na semana a seguir, voltar às Urgências para reavaliação e me dizerem que já havia ritmo cardiaco, já havia um bebé com vontade de vida dentro de mim.
Não se confirmou. No dia 30 de Julho, dei entrada no Bloco de Partos para provocar o que a Mãe Natureza não queria fazer, às 10 da manhã. Medicação feita, internamento em SO, e aguardamos. As 17h voltaram a examinar-me e ainda nem sinais de o meu corpo querer ver-se livre do único motivo de felicidade do ano de 2017. "Toque" e colo do útero completamente fechado, levaram-me para a sala de cirurgia, anestesia geral e 15 miutos depois, curetagem feita.
Tive alta por volta das 23h, com o sentimento de vazio mais estranho de sempre... Não fisicamente, mas sim emocional. 
No dia 30 de Julho eu perdi o MEU filho! 

No dia 15 de Agosto perdi o meu segundo pai, o homem que me criou quando o meu pai não pôde, o homem que me ensinou tanto... o meu avô! E de tantas alturas em que ele "podia" morrer, aquela foi mesmo a pior que o Universo poderia ter escolhido... O meu egoismo dizia-me que uma pessoa não devia sofrer tanto em tão pouco tempo! 

Em Setembro abre-se uma pequenina janela de optimismo, e é me dada a oportunidade de mudar radicalmente, de viver na minha cidade de sonho, no local onde já tantas vezes tinha sido feliz, e onde eu me sentia sempre tão bem.

Em Outubro, nova casa alugada na nova cidade, ele que arranjou logo trabalho por estar desempregado na altura, ficou logo lá. Eu, com um contrato efectivo no meu hospital teria que esperar que as Administrações chegassem a acordo para a minha transferência.

Uma vez por mês, quando é possivel, lá vou eu para Vila Nova de Gaia, apanhar ar, "fugir" dos problemas que ainda tenho aqui, e matar saudades do amor da minha vida, aquele que vai ser (para) sempre o pai do meu bebé. Hoje é dia 17 de Janeiro, e sim, ainda estou à espera da porcaria da transferência! 

Desejando por um 2018 tão bom quanto 2017 foi mau ♥

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

118.

Entrou na minha vida sem que eu desse conta e, sem desistir, foi marcando presença. Usou e abusou da paciência e da persistência e um dia conquistou-me. Sem saber como nem porquê deixei-o ser parte fundamental dos meus dias, da minha rotina, da minha vida. Do nada, era o meu primeiro pensamento ao acordar e o último antes de dormir. Agarrou numa boa dose de coragem e quis fazer-me feliz.
E faz. Desde o dia em que aceitei que seria ele "O" namorado.
No mais pequeno pormenor faz-me saber e sentir quanto amor tem para me dar. E eu não tenho dúvidas.
Surpresas como as do último fim de semana só me fazem ter cada vez mais certezas que "não é preciso muito, é muito simples na verdade..."!

Amo-te ♥

sábado, 12 de novembro de 2016

116.

"Caro 'anónimo', sou uma pessoa muito mais feliz - e descansada - desde que começaste a tomar conta da minha vida. Agradeço-te imenso o esforço que fazes por andar sempre a par das novidades. Não sei se já te apercebeste ou não, mas só ainda continuas com "acesso" a informações a meu respeito, porque eu o permito, porque sempre me ensinaram que devíamos ser solidários com a desgraça alheia, e eu gosto que tenhas algo que fazer com a tua triste vidinha. Obrigada por teres notado a minha ausência. Para sempre tua fã, Lia ♥"

quinta-feira, 14 de abril de 2016

89.


E entretanto passou 1 ano que nasceste... Hoje, há um ano atrás, vinhas ao mundo para encher a minha vida, para mudar a minha vida... Hoje, há um ano atrás, ninguém previa o teu fim - bolas, não é um fim; vamos chamar-lhe só intervalo - tão cedo! Viveste 8 meses, 7 dos quais comigo... E nada nem ninguém iguala a tua presença ou apaga a tua ausência. Farias hoje 1 ano, Jubz! Prometo que noutra vida vamos festejar muito mais. Desculpa, meu pequeno anjo. Obrigada, meu pequeno demónio. Parabéns, meu grande amor! ♥

sábado, 20 de junho de 2015

58.



Há 3 anos que fiz um curso que nunca antes me tinha passado pela cabeça fazer. Estive 2 anos à procura de onde me quisessem dar trabalho. Há 1 que estou onde, digam o que disserem, eu pertenço.
Por questões da vida, a área Pediatrica sempre foi um objectivo para mim. Confesso que, em tempos, desisti porque vi tudo dar errado... mas um dia, como que caído do céu, chegou o momento em que fui eu que caí de pára-quedas no sitio onde estou hoje, onde quero estar amanhã, onde, não digo para sempre, mas por enquanto, sou MUITO feliz!
No dia 16 de Junho de 2014 entrei naquele hospital na ideia de ir para um serviço e, no último minuto, trocaram-me as voltas... para melhor; MUITO MELHOR, digo eu agora! Desde o dia 16 de Junho de 2014 faço parte da equipa brilhante, excelente, fantástica de profissionais do Serviço de Neonatologia (sem esquecer a malta da Pediatria)!
Conheci algumas das melhores pessoas do Mundo, trabalho com os melhores profissionais do Mundo. Caí ali sem saber ao que ía, a verdade é que o meu único contacto com Neonatologia aconteceu há 26 anos atrás e eu nem sabia o que isso era... e só tenho a agradecer a TODAS (sem excepção) as pessoas que me acolheram, me ensinaram, me fizeram crescer, me aturaram, me chamaram à atenção quando errei.
Hoje, um ano depois de chegar a esta família, coleciono um número incontável de sobrinhos que já tanto me fizeram bem! E não quero (por favor não me obriguem) deixar de fazer parte desta equipa. Hoje, um ano depois de chegar aqui, renovo um contrato. Por enquanto fico aqui. Por enquanto vou continuar a ser a caçula do Serviço, por enquanto quero continuar a viver, aprender e crescer com todos os que me rodeiam a cada dia!
Obrigada por tudo, e que venha, no minimo, mais um ano...

domingo, 8 de março de 2015

39.

Porque eu gosto mesmo é de roubar umas coisinhas de vez em quando, desta vez a vitima foi a Vânia, na sua Sala do Silêncio Cor de Rosa.

"Só Amor cura. Só o amor vale a pena todas as lágrimas, todas as noites mal dormidas, todas as quedas. Só amor nos espera. Só o Amor nos vira do avesso, nos mostra o segundo infinito...porque existe sempre.
Só o Amor nos faz engolir em seco. Só o amor nos encosta à parede. Nos faz atravessar pontes. Só o Amor acorda em sobressalto. Só o Amor nos adormece em quente.
Desenganem-se os que acham que o dinheiro e o poder comandam o mundo. Deixai-os pensar que sim. Que o Amor é piroso e desnecessário, que não enche bolsos nem depósitos de gasolina. Não faz truques de magia. Pois não, não faz. Porque não é preciso.
Só o Amor magoa em grande. Não magoa mais ou menos, magoa à séria. Porque tudo o que vale a pena e é forte, tem dois lados. Magoa pelo que foi, pelo que nunca chegou a ser e pelo que ainda está longe. Só o Amor nos faz pensar duas vezes. Só o Amor nos arruma a vida. Em prateleiras sem rótulos e desordenadas. Com roupas misturadas e a verem-se.
Só o Amor é a soma dos medos. Só o Amor amassa tudo ao mesmo tempo. Só o Amor sabe o quanto somos parvos. Só o Amor nos liberta. Só ele nos deixa ser livres. Só o Amor estraga travões. Não os arranca...tira-lhes força.
Só o Amor é capaz. Só o Amor faz errar uma, duas vezes. Errar ainda melhor que a última vez.
Só o Amor."


sábado, 14 de fevereiro de 2015

sábado, 3 de janeiro de 2015

18.

"Quero guardar-te em mim. Procurar a certeza dessa vertigem que será amar-te. A ti que um dia farás parte desta jornada, peço que não ignores os meus defeitos. Mas que os ames."

- daqui -

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

14.

Sobre o post anterior...


"Não é preciso muito, é muito simples na verdade..." ~ Baby R. ~ 12 dias de vida ♥

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

13.

Quando o tenho a dormir, tão sereno, cabeça encaixada no meu pescoço, o corpinho dele no meu peito, o meu coração bate ao mesmo ritmo da respiração dele. 
Não é provocado, é instintivo. 

(Silent, o cheiro de um bebé é mesmo o melhor do mundo...)

terça-feira, 18 de novembro de 2014

8.


Hoje faz anos uma das melhores pessoas que tenho na vida. Aquela que já tanto me ensinou, que tanto atura o meu mau génio e que tanto valor dá a tudo o que tenho de bom. Aquela a quem chamo Mãe, porque não podia chamar outra coisa à pessoa que tão bem soube criar-me, educar-me, amar-me. Porque para ser mãe não é preciso andar 9 meses "de barriga". Ser mãe é mais que dar à luz. Amo-te, como se partilhassemos sangue, genes e Adn's ❤

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

5.


Há dois anos que puseste mais cor na minha vida, mesmo que, aos meus olhos, o pretibranco te assente perfeito.

Quando te peço beijos e tu te escondes nas pernas do teu pai, ou quando corres para os meus braços para mos dares. Quando mostras todos os dentinhos perfeitos que tens, num sorriso tão genuíno como este amor que fazes crescer em mim e que é só teu e para ti. Quando estás doentinha e isso me parte o coração. Quando falas pelos cotovelos. Quando te escondes de fotos que eu sei que vão ficar lindas de qualquer maneira. Em qualquer momento que estejas, a minha vida tem mais cor.

Muitos Parabéns, meu amor pequenino! Prometo que amanhã, na tua festinha, não te cantam os parabéns sem mim ♥ Amo-te.