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sexta-feira, 22 de junho de 2018

141.

Tenho um dilema para vos colocar...

Vamos imaginar os seguintes cenários, com a verdade de que EXISTE vida após a morte.

Cenário 1: Morres e continuas num plano onde não encontras ninguém que morreu antes de ti, mas continuas a "assistir" à vida dos que deixaste, e é com esses que te vais reencontrar quando também eles morrerem.

Cenário 2: Morres e vais para um plano onde deixas de ter qualquer contacto com o que deixaste "para trás", mas reencontras quem morreu antes de ti e seguem a vida a partir daí.

Eu sei, é macabro. Foi com o que sonhei hoje. E não soube responder. 

sábado, 26 de maio de 2018

139.


E eis que o Sunshine Blogger Award chegou a este blog... há muito tempo que não aparecia por aqui nenhum desafio do género. No antigo blog (talvez por ter mais seguidores, e seguir mais pessoas e também por ser bem mais activa, havia muitas vezes desafios deste género).
Pois bem... Começando por agradecer à querida C., d'O Meu Reino da Noite.

E passemos então à parte importante: responder às questões.

1. O que mais gostas no que toca a ter um blog? Gosto muito do facto de poder extravar coisas que, num geral, não partilho com quase ninguém que me conheça (visto que tenho este blog semi-privado).

2. Qual foi a melhor coisa que te aconteceu relacionada com o blog? Conheci uma pessoa, através do meu antigo blog (há 5 anos atrás) por quem me apaixonei, de quem gostei muito e que me fez muito bem. Actualmente não temos qualquer tipo de contacto mas o que ficou em mim, daqueles tempos, são memórias bastantes boas, e guardo-as com carinho.

3. Diz 3 dos teus blogs favoritos. Esta pergunta é ingrata, porque custa-me ter que nomear alguém e não nomear outras pessoas, mas pronto.... sigo assiduamente e gosto muito de: 
- O Meu Reino da Noite (não, C., não é graxa... és mesmo uma das minhas bloggers favoritas :p)
- Quadripolaridades (a Pólo Norte é uma das minhas maiores inspirações blogosféricas)
- Homem Sem Blogue (O Bruno é um rapaz que escreve imensamente bem, que é um querido mesmo em pessoa, mas que tem um péssimo gosto clubístico)

4. Qual é o teu hobbie favorito? Gosto muito de andar de mota. Não é propriamente um hobbie, mas sempre que me é possível, não dispenso.

5. Se escolhesses uma personagem de uma série, livro ou filme para te sentares e tomares um cafezinho, qual seria? Com certeza a personagem Deadpool. Eu sei... é, no mínimo, estranho mas adoro.

6. Se fosses um X-Men, que super-poder terias? Eu gostava de ter tanta coisa impossivel, que é dificil escolher uma só, mas assim de repente, talvez o teletransporte.

7. Se pudesses visitar um lugar ficticio, qual seria? Aii... mulher, só fazes perguntas dificeis. Que entendes tu por lugar ficticio? Lol

8. Há alguma coisa que ficou por dizer ou te dizerem a ti? Não sei se alguém ficou com alguma coisa por me dizer, mas eu sei que fiquei com coisas por dizer a algumas pessoas. 

9. Se pudesses ressuscitar alguém, quem seria e porquê? O meu avô, que faleceu o ano passado. Porque ainda não consegui superar, porque não fui capaz de fazer o luto, porque essa foi uma das pessoas a quem eu não disse tudo o que queria e precisava dizer. 

10. Que linguas falas? Falar fluentemente falo português, espanhol e inglês.

11. Para onde foi a tua última viagem? Para Vila Nova de Gaia.

Agora deveria colocar aqui as regras do desafio, desafiar 11 pessoas e escrever 11 perguntas, mas saltar estes últimos passos, porque todos os blogs que sigo, jé vi que foram nomeados, ou já até participaram.

Obrigada, mais uma vez, à C. por se ter lembrado de mim. Espero que gostes das minhas respostas. 

sábado, 28 de abril de 2018

135.

(A minha profissão obriga-me ao sigilo profissional, que eu entendo, respeito e mais que tudo, APROVO. Cada pessoa tem direito à sua privacidade! Como tal, nunca irei aqui falar de ninguém especificamente, nem "em tempo real", nem sequer de onde me encontro com estas pessoas)

Trabalho num serviço pediátrico e, embora em todos os serviços - com crianças ou adultos - haja histórias de vida que não nos iriam ocorrer nunca serem possíveis, a verdade é que é aqui, junto de crianças desde as 0h de vida até aos 18 anos, que mais tenho visto e ouvido coisas realmente chocantes.

Saber que há meninas de 12 anos que, com a maior naturalidade do mundo, dizem (cit.:) "nunca fiz sexo vaginal, mas tudo o resto, já experimentei", leva-me a ter medo POR ELA...
Saber que há meninas de 16 anos que, com a maior vergonha do mundo, dizem (cit.:) "Eu ia a casa daqueles homens porque queria comer. Eles só me davam um pão depois de fazer coisas com eles", leva-me a ter medo DELES.

Vivemos num mundo podre. Vivemos num mundo em que o carácter ficou na gaveta, os escrúpulos eram coisa do antigamente e o respeito é uma utopia.

quarta-feira, 25 de abril de 2018

132.

Ando ausente, eu sei... A verdade é que a vontade de escrever, de ter um blog, como tinha há 7 ou 8 anos atrás  não é a mesma. 
Falta-me inspiração, falta-me algo que realmente me apeteça partilhar com o mundo.

Mas hoje, e estando eu a atravessar um fase bastante complicada (sim, para quem segue estes meus últimos posts sabe que isto deste lado não anda fácil, mas particularmente as últimas semanas foram péssimas), recebi um sinal "divino" de que a vida também consegue ser um pouco mais simpática às vezes, só para não ser sempre tudo mau.

Quem me segue de há muitos anos atrás, de blog em blog, desde os primórdios do "Meia dose e pouco mais" passando ao tão saudoso (para mim, que me trouxe tanta coisa boa) "(não)sou o que fazem de mim", sabe que passaram pela minha vida, através do blog, pessoas muito especiais, pessoas que realmente amei e acarinhei como se fizessem parte do "mundo real", aquele mundo que tocamos, vemos, sentimos, cheiramos (algumas dessas pessoas, efectivamente saltaram a barreira virtual e vieram dar-me um abraço). 

Uma dessas pessoas que tanto estimei, um dia saiu da minha vida. Tenho uma vaga ideia de ter sido por um mal entendido, não consigo - por mais que tente - lembrar-me exactamente do motivo que levou a que tal pessoa chegasse a odiar-me, chegasse a guardar um rancor tal que me feriu com palavras mais do que o poderia ter feito com uma faca afiada. E por não me lembrar, e por também, às tantas, não ter tido como remediar a situação, conformei-me. Seguimos caminhos diferentes!

No dia em que recriei este blog, no inicio deste ano, 6 anos depois desse fim, procurei pelos blogs que conhecia, pelos blogs que nos eram comuns na altura, por algum vestigio da sua ainda existência. Desisti, quando me fui apercebendo que muitos dos blogs que seguia há 6 anos atrás, seguiram o mesmo caminho que eu e desligaram a blogosfera. Era impossivel encontrar alguém que não sabia nem onde nem como procurar. E reparem: eu já não queria remediar nada. Tantos anos depois, é impossivel que alguma coisa houvesse ainda para ser remediada. Eu queria apenas saber que está tudo bem com uma pessoa que nunca odiei e que nunca fiz por afastar da minha vida.

Porquê recordar isto agora? Porque um mero acaso trouxe essa pessoa de volta à minha órbita. Porque por um mero acaso precisei redefinir a palavra passe do meu Instagram, cujo email de acesso era um email que não uso e não abro há mais de um ano. E quando abri esse email, num gesto impulsivo, pus-me a marcar email a email os que não me interessava abrir e poderiam ser jogados no lixo.
Até que estagnei naquele nome, e mil e uma coisas revolveram as minhas ideias, e fiquei confusa... Porque estaria ali aquele nome? Teria sido algum email que eu tinha enviado? Seria algum rascunho de um email que ficou por enviar. Abri. Era um email que me foi enviado há um ano atrás... no dia 6 de maio de 2017. E só hoje o vi, só hoje o abri, só hoje o li.

E eis senão o meu espanto: "Só e apenas gratidão" era o assunto desse email. "Só e apenas gratidão" por ter sido, em tempos, uma das pessoas que mais incentivou o seguir de um sonho. 

"Este email não muda nada, é só e apenas gratidão"

E para mim não era. Nunca seria só e apenas gratidão... Eu, que jamais esperei uma única palavra. Eu, que jamais esperei que algum dia me pudesse valorizar de qualquer forma que fosse, quanto mais "agradecer-me" por algo que fiz com todo o meu coração sem cobranças. Eu, que tudo o que queria era ter uma pessoa para lá de especial na minha vida, "SÓ E APENAS" com a amizade linda que conseguimos construir, li aquele email e o motivo pelo qual foi enviado, como um sinal de que sim, nada é ou acontece por acaso. E se puder ter esta pessoa de volta na minha vida, vou agarrá-la com unhas e dentes e não vou permitir nunca mais que se perca uma voz que sempre me cantou ao coração. 

Agora é rezar para que, um ano depois, aquele email remetente, ainda possa ser um email destinatário e o testamento que enviei de resposta, chegue, são e salvo a quem de direito.

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

124.

A maior, a mais importante e a mais urgente razão para querer mudar-me AS SOON AS POSIBLE para junto do amor da minha vida, noutra cidade, bem longe desta de onde vos escrevo neste momento, é:

Estou cansada que eu diga A a uma pessoa às 3 da tarde, e já 40 pessoas pessoas sabem A+B as 3:01.
Estou cansada de querer manter a minha vida o mais reservada possível, mas haver sempre quem me veja, quem saiba o que fiz há 2 minutos e não consiga guardar para si por, pelo menos, mais de 2 segundos.
Estou cansada de que meio mundo me conheça.
Estou cansada de estar rodeada de pessoas que adoram falar, comentar, mexericar e por e dispor da vida alheia.

Se vou encontrar gente desta na nova cidade, nova rua, novo bairro, novo local de trabalho? CLARAMENTE! Tenho essa noção.... Mas ali, pelo menos durante os primeiros tempos, eu vou conseguir viver sem ter olhos que me julgam (ou que julgam que me conhecem) em cima. 

sábado, 12 de novembro de 2016

116.

"Caro 'anónimo', sou uma pessoa muito mais feliz - e descansada - desde que começaste a tomar conta da minha vida. Agradeço-te imenso o esforço que fazes por andar sempre a par das novidades. Não sei se já te apercebeste ou não, mas só ainda continuas com "acesso" a informações a meu respeito, porque eu o permito, porque sempre me ensinaram que devíamos ser solidários com a desgraça alheia, e eu gosto que tenhas algo que fazer com a tua triste vidinha. Obrigada por teres notado a minha ausência. Para sempre tua fã, Lia ♥"

segunda-feira, 6 de junho de 2016

99.

Há pessoas que chegam à nossa vida para nos ensinar a ser melhores, para serem melhores connosco... Fazem-se sentir em pequenos gestos e em poucas mas boas palavras. Estas pessoas nem sempre ficam "para sempre" por perto, mas ficam em nós enquanto vivermos.
Depois há pessoas que chegam à nossa vida com uma pele de cordeiro - que vestem por tempo indeterminado - mas que acabam por dar lugar à sua verdadeira pele: a de lobo mau. Estas pessoas escolhem, invariavelmente, o pior caminho para chegar até nós, e em vez de nos tornarem pessoas melhores, tornam-nos pessoas mais fortes. Porque temos que o ser, porque volta e meia precisamos de uma força sobre humana e de um auto controlo gigante para não lhes partir a tromba em bocados.

E se os bons não ficam para sempre, os maus também não hão-de ficar! 

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

76.

Sobre esta crise de "refugiados"...

(serve o presente parentisis para avisar que é favor deixar de ler quem: 
- não é capaz de aceitar opiniões contrárias à sua;
- for sensível à exposição alheia de argumentos (mais válidos ou menos válidos que os seus);
- não quiser mais sequer "ouvir falar" deste assunto)

Não sei se é do conhecimento de todos os que por aqui passam que, há 2 anos, vivi em Espanha durante algum tempo. Durante esse tempo, e garanto-vos que não vou exagerar, TODOS OS DIAS, os telejornais abriam com a noticia de que havia mais não sei quantas centenas de nigerianos, nepaleses, senegaleses (and so on...) que haviam tentado (alguns conseguido) atravessar a fronteira para a Europa em Ceuta. Centenas de emigrantes ilegais. A nado, em barcos de borracha, em jangadas feitas de garrafas de plástico. Imaginem quase tudo do que possam ter feito um barco... Nessa altura, aqui em Portugal, de que se ouvia falar? O problema era espanhol, italiano, grego...

Há umas semanas que, um pouco por TODO O MUNDO, se vem falando dos milhares de emigrantes sírios que estão a chegar à Europa, fugidos do clima de guerra do seu país. 
- Primeira pergunta: essa guerra foi motivada por quê? (sim, separado... não quero o porquê, quero a causa)
E, de repente, Portugal, que é sempre pioneiro nestas histórias de ajudar os outros, chega-se à frente para receber 3mil (???) "refugiados".
- Segunda pergunta: em que condições vamos receber estas pessoas?
Diz-se por essa comunicação fora que, a UE vai disponibilizar algumas verbas para o apoio a esta causa.
- Terceira pergunta: e vai? 
Ao que parece, diz-se por essa Internet fora (que é tão válido como qualquer outro meio de obter informação) que vão existir alojamentos, trabalhos, formações para esses 3mil (???) "refugiados".
- Quarta pergunta: porque é que o meu pai foi obrigado a "refugiar-se" noutro país se, afinal, cá há trabalho para ele?

Pois é... ainda não perceberam o objectivo deste post? Então se leram até aqui com o estômago em revolta, parem de ler aqui, porque vem aí a minha opinião.

Sim, sou contra esta ideia de receber "refugiados" sírios. Se por nenhuma outra razão (que existe e eu já a digo), pelo menos pelo medo que essa gente (me) causa só de abrir aquela boca para falar da sua religião e da necessidade de sermos todos muçulmanos, porque quem o contrariar vai arder no Inferno, não merece a vida. Olha que bom! (só para esclarecer que eu não sigo nenhuma religião)
E a outra razão é, como já disse em vários sítios: acho revoltante num país em que se vive no limiar da pobreza, um país com uma taxa de migrantes gigante por falta de trabalho, oportunidades e condições, vai receber outros 3mil (???) que vêm para receber o que "cá não há" (segundo se ouve há 40 anos).
Ciganos que são ciganos não trabalham, vivem dos RSI's que eu e outros descontamos mas que nos vão ser negados quando chegar a nossa altura de ter uma reforma. Sírios que são sírios, se não vieram também usufruir desses rendimentos, vêm trabalhar como "mão de obra barata", em lugares que deviam ser (bem) pagos, de alguém competente para o fazer, mas que não há dinheiro para lhe pagar, viver em casas que os nossos tiveram que abandonar por não terem como as manter.

Já para não falar de sem abrigos aos milhares que existem por essas ruas fora, que não têm apoios dos autarcas que os vêem a dormir às suas portas, mas que vão oferecer alojamentos a 10 ou 20 famílias de "bombistas" (e oh como eu quero estar enganada em relação a esta malta!).

E não, não pensem que sou daqueles que acha que é "nós ou eles"... Eu sou é a favor do "primeiro nós, e depois eles". Ou se quiserem, "eles sim, mas nós também".

segunda-feira, 6 de abril de 2015

50.

Por circunstâncias da vida, conheço muita gente de diversos pontos deste país pequenino (o que, diga-se, dá imenso jeito quando o pessoal quer ir arejar sem gastar muito dinheiro :p). Quando tinha facebook era fácil de me manter em contacto com todos - ou pelo menos com a maioria - mas, desde que lhe dei um fim, foi-se perdendo um pouco. Mas dizem e é bem verdade: quando se quer, não há desculpas. Arranja-se maneira.

A Xana e o Ricardo acabam por ser um desses casos. Se não há facebook, busca-se no instagram, troca-se mails e depois números de telemóvel, combina-se algo quase à pressão. E foi uma noite como há muito não tinha... Ri até me doer cada músculo. Comemos que nem animaizinhos, gozámos com o mundo à nossa volta e, digo eu, fomos os 3 bem felizes. Não me parece que haja maneira melhor de matar saudades.

Acabámos a noite num concerto de uma banda da qual eu nunca tinha ouvido falar, mas de quem gostei imenso: 


Mais concertos virão. Sempre em óptima companhia! 

sábado, 28 de março de 2015

47.

E por falar em sentido de humor peculiar, além de ter os melhores amigos do mundo, também são os mais engraçados.

Contexto: uma conversa de grupo no WhatsApp, logo após o jogo Rio Ave - Benfica (2-1)

A conversa ia animada, toda a gente participava menos um, e o tema nem sequer era futebol, às tantas isto acontece:

Miguel diz: "O Filipe* foi à rua despejar o lixo e está até agora a discutir com o ecoponto... só por ser azul"

O resultado foram 300 mil "LOL's", e eu não conseguir parar de rir de cada vez que me lembro disto... Por ter sido tão espontâneo, por ser "obrigada" a imaginar o meu miúdo a discutir com um caixote do lixo e por adorar as pessoas que faço questão de ter à minha volta! 



* Filipe é o nome do benfiquista doente de quem se falava.

quarta-feira, 25 de março de 2015

46.

Na família temos um sentido de humor meio que... peculiar! Tão depressa estamos a rir de algo que não teve assim tanta piada, como a seguir não achamos graça a algo realmente engraçado. E depois também temos piadas muito próprias. 
O que noutra casa seria banal, na nossa é motivo de galhofa para uns dias. A última teve como ponto de partida o meu pequeno acidente.

Conversa à hora do almoço:

LittleSister: A mãe foi para o hospital ter com a Lia. Parece que ela bateu de cara no chão.
Twin: Vamos ter um Pug?

Obrigada, maninhas... Isto de não conseguir rir e vocês só dizerem asneiras, tem muito que se lhe diga. Mas nesta vida tudo se paga :)

sábado, 7 de março de 2015

38.

Querem conhecer o demónio? 
Experimentem lidar com um recém nascido a ressacar.


(sim, a ressacar... droga!)

quarta-feira, 4 de março de 2015

34.

Vamos só contextualizar:

Há muito tempo que tenho conta no Wareztuga (essa maravilha dos deuses no que aos filmes e séries online diz respeito) e, volta e meia, lá passava eu horas infinitas de computador no colo a ver filmes em modo non stop
No fim de semana passado, um amigo apanhou-se com o meu telemóvel na mão e vai de instalar a bela da aplicação do referido site no aparelho, e senhores.... que maravilha! Passei 3 dias sem ligar o pc (até este momento em que vos escrevo para, de seguida, o desligar de novo) e vi perto de infinitos filmes, na mesma! 

E sabem o que isso significa? Que vão chover posts de filmes nos próximos tempos. Se isto virar um blog que só fala de cinema, não se admirem... a culpa não é minha... É dele :)

domingo, 18 de janeiro de 2015

24.


Há 15 anos o dia de hoje era uma terça feira. 
E mesmo recusando os teus beijos e abraços, amo-te todos os dias da semana, tanto quanto te amei naquela primeira quarta feira que te peguei ao colo

♥ Happy Birthday, Sweetie ♥

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

19.

Aparece quando quiseres; de surpresa, talvez!
Aparece sem que eu te espere e diz-me se ficas ou estás só de passagem.
Aparece sem avisar. Ofereço-te um café ou um lugar para ficar?

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

15.

Há várias semanas que a minha irmã mais nova andava a dizer que queria cortar o cabelo (contextualizando: ela tinha o cabelo ligeiramente a baixo do meio das costas). Hoje foi o dia que o fez. Chegou há pouco a casa com um corte à la nem sei o quê (- assim -), que lhe fica bastante bem, por acaso. 

A surpresa? É que o cabelo que saiu daquela cabecinha foi entregue no IPO de Lisboa. Que orgulho na chavalinha *.*

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

11.

Aprendes à tua custa que só está contigo quem quer estar, e não quem tu queres que esteja.

sábado, 22 de novembro de 2014

10.

As buscas pelo João acabaram, mas o João não... e esteja ele onde estiver, a fazer o que bem lhe der na real gana, uma coisa é certa: está feliz... Porque faz o que gosta.
As esperanças morrem, mas o João não...

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

6.

"- Porquê?
- Não sei...
- Sabes, sabes... Mas nem eras a Lia se respondesses!
- Não, não sei. E já me arrependi de ter dito alguma coisa.
- PQP. Mau feitio do c******. Já não consegues falar decentemente para as pessoas ou é por ser eu particularmente?
- É mesmo por seres tu particularmente. Regra geral sou um amor!"


E sou. Só não tenho que aturar malta que "sabe só porque sabe".

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

3.

Gostar do sitio onde trabalho também (e principalmente) passa pelas pessoas que trabalham comigo. E, nessa área, considero-me alguém com muita sorte.
Horário de saída é às 8h mas, porque tinha outros assuntos a tratar no edifício e não o podia fazer antes das 9h, fiquei no meu posto. Chega quem me vem render e informa-me que vai aproveitar que saio um pouco mais tarde para ir tomar o pequeno-almoço num instante.

Resultado? Um quarto de hora depois aparece-me com um pratinho com duas torradas. 
Gotta love it, right? :)